Por que agora é o melhor momento para adquirir um novo hábito?

Já parou para pensar sobre por que agora é o melhor momento para adotar uma efetiva mudança de hábitos?

Se você já acompanha o trabalho da so+ma, sabe que há muito tempo abordamos a questão da mudança de comportamento, e da teoria behavior change, não é mesmo?

Fato é que provavelmente nunca na história, o momento foi tão propício para se falar sobre a economia comportamental.

Está interessada (o) em entender o motivo deste ser um ótimo momento de mudar hábitos e cultivar novas perspectivas, exatamente devido à pandemia que assola o mundo?

Então continue a leitura desse artigo, você só tem a somar em seu conhecimento e visão de mundo.

Mudança de hábito: o que é behavior change?

O termo inglês behavior change pode ser traduzido como mudança de comportamento.

No cenário da saúde pública, por exemplo, ele diz respeito ao conjunto de esforços realizados para mudar atitudes pessoais das pessoas, no sentido exatamente de gerar mudança de hábitos, no intuito de evitar doenças.

Diante da pandemia causada pelo novo Coronavírus, esse tipo de teoria ganha ainda mais força e possibilidades reais de ser emplacada na prática.

Contudo, é notório o fato de que adquirir um novo hábito é sempre um desafio para o ser humano, na medida que ele apresenta uma série de resistências.

Porém, você já parou para pensar que exatamente pela necessidade de mudança que o momento atual implica em nossas vidas, essa mudança de hábitos encontra um momento extremamente oportuno?

O que aprendemos e aprenderemos com a quarentena e o isolamento social?

Talvez você não tenha notado, mas é fato que durante o período do isolamento social, você desenvolveu alguma nova técnica para fazer algo que fazia praticamente no automático, antes da quarentena, não é mesmo?

Por exemplo, não poder ir treinar na academia, ou fazer esteira no condomínio do prédio, forçou adaptações e mudanças de hábito na realidade de muitas pessoas.

Treinos online, musculação com pesos feitos de saco de feijão, e até pedra, pessoas correndo maratonas dentro do quintal, pelo corredor, e uma infinidade de outras adaptações – caso do home office , por exemplo.

Pode parecer até algo irrelevante, de tão básico, mas responda com sinceridade: antes de pandemia, você sabia, de fato, lavar as suas mãos?

Dan Ariely, economista comportamental e palestrante, até costuma fazer uma brincadeira em suas palestras, perguntando sobre “quem nunca saiu do banheiro na vida, sem lavar as mãos?”

O mesmo Dan Aryeli, aliás, chamou a atenção em um recente artigo no jornal Folha de São Paulo, sobre o momento atual ser o ideal para mudança de hábitos:

“Eis que chega o Coronavírus. Sem dúvidas, uma tragédia, mas que também nos fornece as condições certas para estabelecer novos comportamentos e novos hábitos. Como o Coronavírus mudou tão dramaticamente nossas rotinas, existe aqui a oportunidade de adotar mais facilmente novos hábitos.”

Contudo, ele também adverte:

“Esta é a notícia positiva sobre esses tempos difíceis e sobre mudanças de hábitos. O lado negativo é que, se não usarmos esse período para prestar atenção aos nossos costumes e ao como queremos que eles sejam, poderemos acordar “no dia seguinte” com comportamentos e hábitos muito piores do que já tínhamos.”

Fonte: LINK

Hábitos arraigados podem se modificar com o confinamento?

A resposta ao subtítulo acima é: sim!

Pensando em uma questão importante, tanto pra a economia, quanto para o meio ambiente e sociedade em geral, a reciclagem, por exemplo.

Há quanto tempo você ouve falar sobre o tema?

Você conseguiu inseri-lo em sua rotina diária?

É comum encontrarmos justificativas, como “não tenho tempo”, por exemplo. Mas, e agora? Quando certa parcela das pessoas foi obrigada a ficar em casa, trabalhar no sistema home office e ter um tempo adicional, que antes era gasto no transporte e locomoção até o trabalho?

Fato é que essa abrupta alteração do cotidiano das pessoas, com o confinamento, pode sim nos conceder novas oportunidades de mudar hábitos variados, mesmo os mais arraigados.

E já que falamos aqui sobre behavior change, nada melhor do que citarmos uma especialista no tema, Flávia Ávila, da InBehavior Lab.

Durante uma live com Cláudia Pires, da so+ma, ela disse:

“Se você começar (a mudança) criando hábitos pequenos, você já consegue ter a sensação de prazer ao fazer aquilo.”

Para se estimular e motivar-se, é interessante ainda tornar seus gestos de mudança, visíveis para si mesmo (a).

Por exemplo, fazer uma lista e um “x” ao lado, quando conseguir realizar aquilo o que se propôs.

Isso envolve desde a mudança de hábito em começar a comer de forma mais saudável, começar a reciclar, entre tantas outras possibilidades.

Lembre-se: nosso cérebro muitas vezes, atua como nosso maior crítico. Daí aquela falsa ideia de que “eu não posso”, ou “isso é muito difícil”.

Ao anotar e dar visibilidade às suas pequenas mudanças, pequenas vitórias, você cria feedbacks positivos e sente-se recompensado (a).

Como muito bem disse Dan Aryeli em seu artigo na Folha de São Paulo:

“A vida nem sempre nos dá oportunidades de gastar o tempo necessário para mudar nossos hábitos e, quando temos essa oportunidade, é importante usá-la com sabedoria. Boa sorte para todos nós.”

A so+ma tem um programa de vantagens, focado exatamente na mudança de hábitos das pessoas.

Ao reciclar, o participante do programa soma pontos são trocados por cursos, exames, alimentação básica, experiências, descontos em supermercado e muito mais.

Trata-se da possibilidade de uma transformação pessoal e social, capaz de empoderar as pessoas, contribuindo com o meio ambiente e trazendo renda.

Se você ainda não conhece a so+ma, convido você a conferir o vídeo abaixo:

Agora conte pra nós: o que você aprendeu de novo durante a quarentena? Tem investido na mudança de hábitos?

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